http://www.youtube.com/watch?v=1BO0kTzQEeY
Salutar exercício de cidadania na comunidade vimaranense...envolvendo mais de meio milhar de pessoas, "transformadas em actores/actrizes", que experimentaram a vivência de palco no espectáculo de encerramento de Guimarães Capital Europeia da Cultura 2012.
Uma grande quantidade de profissionais da política "a representar tão mal"...Entretanto... Grande número de amadores no teatro "em atuação bem profissional"...
quinta-feira, 27 de dezembro de 2012
sábado, 4 de agosto de 2012
"Banhos de Imersão no Berço".
Ai se tu tivesses mar...ai ai...pois se tu tivesses mar...eu te ia aproveitar...ai ai.
Tens história e beleza, raízes e alma sem par...só te falta a profundidade de um oceano para te banhar.
Que sorte que o berço teria se fosse banhado pelo mar, mas mesmo assim, é cada vez mais querido das pessoas d'aquém e d'além mar para se visitar.
E mesmo sem as ondas do mar e com o rio encanado, vais continuar a encantar, porque esse é o teu fado .
És Património da Humanidade e Capital Europeia da Cultura, foste o Berço da Nacionalidade
e serás um dia...a Capital futura.
Em ano de Capital Europeia da Cultura, esse encanto atinge tais proporções que as estórias contadas nas visitas guiadas aos centros da história, provocam sensações tais que mais parecem "Banhos de Imersão de Pátria".
E em conjugação quase perfeita assiste-se ainda ao engrandecimento e embelezamento da cidade histórica
transfigurada em moderna metrópole recheada de bonitas e modernas estruturas para acolhimento de novos
e qualificados eventos culturais de diversificadas áreas.
De entre os vários programas de cultura exibidos até à data, aparece digno de realce, uma peça de teatro original escrita por uma jovem vimaranense, que nos reporta às origens da nacionalidade, atravessando épocas da nossa história com incidência em factos e personagens com forte ligação a Guimarães, desde o Condado Portucalense e até aos tempos modernos.
"Arrepios do Berço" de Lisa Sousa, em estreia absoluta pelo grupo de teatro Cem Cenas, foi idealizada para sensibilizar as pessoas e especialmente os Vimaranenses, confirmando-se que não só sensibilizou, como também terá divertido e conquistado o aplauso das pessoas presentes na estreia em 07 de Julho 2012, no Anfiteatro D. António Bento Martins Júnior, no Centro Histórico de Guimarães .
Cumprindo certas exigências de qualidade, foi apresentado um modelo de transmissão de informação/cultura em doses recomendáveis, de tal modo que o que se mostrou em matéria de " informação, diversão e sensibilização ", foi tão apreciado que se poderá vaticinar um futuro promissor para a autora
" Lisa Sousa ", como também para o grupo de teatro " Cem Cenas ".
Tens história e beleza, raízes e alma sem par...só te falta a profundidade de um oceano para te banhar.
Que sorte que o berço teria se fosse banhado pelo mar, mas mesmo assim, é cada vez mais querido das pessoas d'aquém e d'além mar para se visitar.
E mesmo sem as ondas do mar e com o rio encanado, vais continuar a encantar, porque esse é o teu fado .
És Património da Humanidade e Capital Europeia da Cultura, foste o Berço da Nacionalidade
e serás um dia...a Capital futura.
Em ano de Capital Europeia da Cultura, esse encanto atinge tais proporções que as estórias contadas nas visitas guiadas aos centros da história, provocam sensações tais que mais parecem "Banhos de Imersão de Pátria".
E em conjugação quase perfeita assiste-se ainda ao engrandecimento e embelezamento da cidade histórica
transfigurada em moderna metrópole recheada de bonitas e modernas estruturas para acolhimento de novos
e qualificados eventos culturais de diversificadas áreas.
De entre os vários programas de cultura exibidos até à data, aparece digno de realce, uma peça de teatro original escrita por uma jovem vimaranense, que nos reporta às origens da nacionalidade, atravessando épocas da nossa história com incidência em factos e personagens com forte ligação a Guimarães, desde o Condado Portucalense e até aos tempos modernos.
"Arrepios do Berço" de Lisa Sousa, em estreia absoluta pelo grupo de teatro Cem Cenas, foi idealizada para sensibilizar as pessoas e especialmente os Vimaranenses, confirmando-se que não só sensibilizou, como também terá divertido e conquistado o aplauso das pessoas presentes na estreia em 07 de Julho 2012, no Anfiteatro D. António Bento Martins Júnior, no Centro Histórico de Guimarães .
Cumprindo certas exigências de qualidade, foi apresentado um modelo de transmissão de informação/cultura em doses recomendáveis, de tal modo que o que se mostrou em matéria de " informação, diversão e sensibilização ", foi tão apreciado que se poderá vaticinar um futuro promissor para a autora
" Lisa Sousa ", como também para o grupo de teatro " Cem Cenas ".
segunda-feira, 14 de maio de 2012
" Fazer parte...agir...libertar " .
A sociedade sem classes idealizada em tempos por quem ousava e tinha pretensões de mudar o mundo,
Então o mundo atirou-se a nova mudança e começou a corrente do desenvolvimento a todo o custo, para se atingir a riqueza e almejar o progresso e bem estar da sociedade de consumo que vivia para trabalhar e que tinha aprendido a gostar dos prazeres que se iam instalando à medida da evolução do mundo.
Esses tempos funcionaram em muitas latitudes, por muito tempo, talvez pela razão de que antigamente,
" É A AGIR QUE A GENTE SE LIBERTA " ...
teve o seu tempo na história da humanidade, tendo proporcionado coisas boas e outras menos boas.
Foi sobrevivendo até que foi caindo em desuso, com o passar dos anos, perdendo ideólogos e seguidores em grande parte devido ao facto de a riqueza não estar a ser criada em quantidade suficiente de modo a proporcionar um desenvolvimento à medida do que tanto se esperava.
E não havendo riqueza, torna-se difícil a distribuição da mesma e a consequente proliferação dos bens e serviços para todos. Então o mundo atirou-se a nova mudança e começou a corrente do desenvolvimento a todo o custo, para se atingir a riqueza e almejar o progresso e bem estar da sociedade de consumo que vivia para trabalhar e que tinha aprendido a gostar dos prazeres que se iam instalando à medida da evolução do mundo.
Esses tempos funcionaram em muitas latitudes, por muito tempo, talvez pela razão de que antigamente,
" os Banqueiros ", eram pessoas que, quando iam à Falência ... Suicidavam-se ...
enquanto que nos tempos que correm ... quando há Falências ... " quem morre somos nós " ...
É urgente e muito importante encontrar uma nova via ... e que seja a melhor forma de nos libertarmos ..." É A AGIR QUE A GENTE SE LIBERTA " ...
segunda-feira, 9 de abril de 2012
" Páscoa sofrida "...
Em época de "morte e ressurreição" era bom que houvesse "menos morte e mais ressurgimento".
Porque toda a morte é triste e deixa marcas, também o ressurgimento é imperioso pois dá alento e esperança para as nossas vidas serem vividas com mais verdade, sentimento e militância.
Sempre que as pessoas se entregam de alma e coração ao acto de vivência individual e colectiva, o mundo pula e avança, animando a mente e o corpo do ser humano, que busca incessantemente o bem estar e a felicidade. E quando as pessoas se unem por objectivos comuns, quase sempre conseguem aquilo que procuram, pelo menos durante uns belos tempos.
É por isso que se diz que "o povo unido jamais será vencido"... pelo menos durante uns tempos e enquanto dura, vale sempre a pena... quando a alma não é pequena. " Viver é sempre melhor do que vegetar".
Claro que o tempo e as pessoas acabam por destruir muitas coisas, alterando-as, transformando-as ou simplesmente anulando-as, mas a vida continua, a luta continua e a vida só valerá a pena quando houver uma entrega a valer da pessoa a si própria à vida individual e colectiva da sociedade também faz parte desta vida moderna, vivida em sociedade e a caminho da felicidade e do bem-estar.
E os portugueses são mestres na arte do relacionamento com os outros, desde o início em que foi preciso escolher amigos e afastar inimigos, passando pela era dos descobrimentos em que para além das terras também descobriram a melhor forma de lidar e conviver com as novas gentes e até agora na época actual em que se segue uma política de amizade e de conveniência com a Europa, América e Países Lusófonos.
Correm tempos difíceis em que debatemos frequentemente o nosso futuro, não sabendo bem se deveremos lutar ou resignar e esperar que outros resolvam os assuntos por nós... e a resposta nunca é fácil.
E enquanto não temos certezas, o melhor será pensar profundamente sobre "o que fomos, o que somos e o que queremos para o nosso futuro". E em vez de uma luta de classes, ou luta de gerações...
Há que promover/incentivar o intercâmbio e convívio entre classes e gerações para uma aprendizagem recíproca e profunda de uns com os outros.
Depois sim...a luta poderia e deveria continuar...
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
"Portugal em desgrécia"...a desenrascar-se?!
Mas vamos ou não desenrascar-nos?! Não somos nós conhecidos como sendo os réis do desenrascanço?
Então como é ?! Há que fazer jus à fama que temos e toca e tirar o devido proveito...toca a desenrascar.
Mas o problema é que nós somos bons a desenrascar, mas é tipo cada qual por si e salve-se quem puder e nada de misturas pois não gostamos de dividir benefícios, nem protagonismo e por isso é capaz de ser muito difícil resolver o problema que todos criaram, em maior ou menor grau, porque ninguém aceita ter errado e todos querem é defender-se e atribuir culpas aos outros.
Em 1983 a situação existente no País era preocupante e deveras difícil de resolver, pois havia um desemprego de 11%, uma dívida externa galopante devido às taxas de juro internacionais e éramos provavelmente mais pobres, menos instruídos e mais carenciados...
Mas havia uma diferente forma de governo em relação ao momento: Havia um presidente da república, antigo militar e um governo de maioria do bloco central ( ps / psd ) e talvez menos contestação.
Agora tudo é diferente pois as pessoas são mais instruídas, têm mais conhecimentos e as solicitações são tantas que às vezes o tempo não chega para bem tratar e resolver os assuntos mais importantes e do interesse das pessoas, nas empresas nas regiões e no País.
Claro que as pessoas não são perfeitas e cometem erros, mas importante é aprender-se com a experiência.
E ainda não aprendemos?! Ou ainda estamos a aprender?! Lentamente para captar melhor?! Talvez ! A ver vamos no que vai dar...
Se calhar não foi uma grande ideia ter-se marcado eleições tão à pressa...talvez se tivesse conseguido um melhor acordo sem eleições, mas também temos que reconhecer que José Sócrates já estava
" Delirantemente Desgastado " e quase sem apoio dos seus pares e forte oposição dos seus ímpares.
Então o que se poderia ter feito?! Governo de Salvação Nacional?! Talvez, mas quem podia ou devia ter dado força a essa opção...não teve esse rasgo ou imaginação...pois não seria a pessoa certa para essa função específica...apesar de ter sido " a escolha acertada dos portugueses "...
O tão falado "Sebastianismo" não funcionou mais uma vez. Era uma vez um governo de salvação nacional,
formado por pessoas sérias, inteligentes e com sensibilidade social...que mais uma vez não se formou...
Era uma vez, era outra vez, até ao dia em que teremos de aprender ( à nossa custa ) e saber escolher os mais sérios, mais bem preparados, mais inteligentes e que também tenham sensibilidade social. Estará na hora? Oxalá...
Então como é ?! Há que fazer jus à fama que temos e toca e tirar o devido proveito...toca a desenrascar.
Mas o problema é que nós somos bons a desenrascar, mas é tipo cada qual por si e salve-se quem puder e nada de misturas pois não gostamos de dividir benefícios, nem protagonismo e por isso é capaz de ser muito difícil resolver o problema que todos criaram, em maior ou menor grau, porque ninguém aceita ter errado e todos querem é defender-se e atribuir culpas aos outros.
Em 1983 a situação existente no País era preocupante e deveras difícil de resolver, pois havia um desemprego de 11%, uma dívida externa galopante devido às taxas de juro internacionais e éramos provavelmente mais pobres, menos instruídos e mais carenciados...
Mas havia uma diferente forma de governo em relação ao momento: Havia um presidente da república, antigo militar e um governo de maioria do bloco central ( ps / psd ) e talvez menos contestação.
Agora tudo é diferente pois as pessoas são mais instruídas, têm mais conhecimentos e as solicitações são tantas que às vezes o tempo não chega para bem tratar e resolver os assuntos mais importantes e do interesse das pessoas, nas empresas nas regiões e no País.
Claro que as pessoas não são perfeitas e cometem erros, mas importante é aprender-se com a experiência.
E ainda não aprendemos?! Ou ainda estamos a aprender?! Lentamente para captar melhor?! Talvez ! A ver vamos no que vai dar...
Se calhar não foi uma grande ideia ter-se marcado eleições tão à pressa...talvez se tivesse conseguido um melhor acordo sem eleições, mas também temos que reconhecer que José Sócrates já estava
" Delirantemente Desgastado " e quase sem apoio dos seus pares e forte oposição dos seus ímpares.
Então o que se poderia ter feito?! Governo de Salvação Nacional?! Talvez, mas quem podia ou devia ter dado força a essa opção...não teve esse rasgo ou imaginação...pois não seria a pessoa certa para essa função específica...apesar de ter sido " a escolha acertada dos portugueses "...
O tão falado "Sebastianismo" não funcionou mais uma vez. Era uma vez um governo de salvação nacional,
formado por pessoas sérias, inteligentes e com sensibilidade social...que mais uma vez não se formou...
Era uma vez, era outra vez, até ao dia em que teremos de aprender ( à nossa custa ) e saber escolher os mais sérios, mais bem preparados, mais inteligentes e que também tenham sensibilidade social. Estará na hora? Oxalá...
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